Abstract
<jats:p>A inclusão digital da população idosa e de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) introduziu esses grupos em um ecossistema de alta conveniência, mas também de severa exposição a riscos patrimoniais. Este capítulo propõe uma fusão analítica entre a Educação Financeira Crítica e a Segurança da Informação. Demonstra-se que as fraudes digitais contemporâneas não exploram prioritariamente brechas de código tecnológico, mas sim o fenômeno comportamental do "esgotamento decisório" e os gatilhos de escassez regulados pela engenharia social. Sob a ótica do desenvolvimento como liberdade de Amartya Sen e da pedagogia da autonomia de Paulo Freire, o estudo articula sinais de alerta integrados e propõe metodologias pedagógicas para a construção de uma resiliência socioeconômica e digital efetiva.</jats:p>